Goiânia, sexta, 15 de dezembro de 2017
19/11/17 2195 visualizações

Sindiposto: gasolina cara é culpa dos impostos do Marconi



Foto: Divulgação

A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) da gasolina, em Goiás, é de 30% - a segunda mais alta do Brasil, atrás apenas do Rio de Janeiro. É esse o motivo, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), de Goiás ter a gasolina mais cara do Brasil.

O valor do ICMS cobrado sobre os combustíveis em cada Estado é definido pelo governo, que pode ser entre 25% e 34% do valor total dos mesmos. Em Goiás é de 30% desde que Marconi chegou ao poder. Nos governos do PMDB, o valor era inferior a 20%. Tramita na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás um Projeto de Lei da oposição a Marconi que propõe a redução do imposto.

“O único jeito de diminuir o preço dos combustíveis é diminuindo definitivamente as alíquotas. Goiás é o segundo Estado com maior índice e, por isso, tem a segunda gasolina mais cara do País, perdendo apenas para o Rio de Janeiro”, explica o advogado do Sindiposto, Antônio Carlos de Lima

O Sindiposto estabelece três fatores como responsáveis da variação do preço dos combustíveis: o valor da pauta, que é o preço fixo estabelecido para que seja possível cobrar a porcentagem determinada pelo ICMS, os reajustes feitos pela Petrobrás e a alíquota do ICMS. Dos três motivos, dois dependem diretamente de decisão do governador Marconi Perillo.

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