Goiânia, quarta, 15 de agosto de 2018
10/08/18 1146 visualizações

Paulinho abandona Hidrolândia e AGM vira 'mocó de aspones'





Quem precisa se encontrar com o prefeito Paulo Sérgio (Paulinho), de Hidrolândia, não deve procurá-lo na cidade. Ele não para lá.

Eleito em 2012 e reeleito em 2016, Paulinho basicamente abandonou a prefeitura para cuidar da campanha à reeleição do governador José Eliton (PSDB) e dos interesses da Associação Goiana dos Municípios (AGM), entidade que perdeu força e importância política e é considerada um braço político do Palácio das Esmeraldas. Há ainda os que apontam que lá hoje é um verdadeiro mocó de aspones.

A indicação de Paulinho para o comando da AGM, dizem os prefeitos que não concordam com a sua gestão, foi feita dentro do Palácio das Esmeraldas. Os prefeitos disseram amém e tiveram que engolir Paulinho, que se elegeu pela primeira no DEM, com apoio do senador Ronaldo Caiado. 

Ao abandonar o DEM e se filiar no PSDB, Paulinho ganhou a AGM, o que contrariou muitos prefeitos tucanos com história e muitos anos de militância política no ninho tucano. Eles foram solenemente ignorados pelo então governador Marconi Perillo.

Hoje Paulinho passa mais tempo em Goiânia do que na sua cidade. Quando não está na AGM, está cuidando dos interesses do governador José Eliton, o que tem revoltado a população da cidade.

Um dos exemplos de que ele não está nem aí para a Hidrolândia foi denunciado recentemente. Milhares de pessoas tiveram os seus dentes arrancados. Mas a prefeitura não concluiu o tratamento e os pacientes perderam os dentes e no local foram colocados pinos. Paulinho jogou a culpa no Ministério da Saúde, que não teria repassado os recursos. Mas todos sabem de quem é a culpa, Paulinho.

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