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Preso em cadeia de Goiás, Cachoeira ocupa cela de 6m² e come pão com manteiga e leite com achocolatado no café da manhã
Data Publicação:12/05/2018
O bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, passou a primeira noite no presídio após ser transferido da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH). Segundo apurou a TV Anhanguera, o contraventor, detido por fraude na Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj), está em uma cela individual de 6m² do Núcleo de Custódia - que abriga presos considerados de alta periculosidade. No café da manhã deste sábado (12), ele comeu pão com manteiga e leite achocolatado, assim como os outros presos.

A cela possui cama, vaso e chuveiro. Não há nenhum tipo de aparelho eletrônico. Nesta unidade, que integra o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital, ele pode receber somente seus advogados. As visitas de familiares ocorrem somente às quintas-feiras.

Cachoeira foi levado para a penitenciária na sexta-feira (11), por volta das 15h. A Polícia Civil informou que a transferência ocorreu porque a corporação "não tem atribuição de custodiar presos".

Ele foi detido no dia anterior, quinta-feira (10), na casa do irmão, no Condomínio Alphaville Ipê, em Goiânia. O contraventor condenado em segunda instância a 6 anos e 8 meses de prisão.

Conforme despacho dado nesta sexta-feira, assinado pela juíza Simone de Araújo Rolim, o responsável por fazer a transferência de Cachoeira cabe à Vara de Execuções Penais (VEP).

O G1 entrou em contato, por email, nesta manhã, com a assessoria de imprensa do TJ do Rio de Janeiro e aguarda retorno.

A prisão foi determinada no dia 4 de maio, em caráter “imediato”, pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro, a partir de pedido do Ministério Público. O órgão tomou como base a permissão para prisão após condenação em segunda instância.

A defesa dele alega inocência e aguarda que a Vara de Execuções Penais do Rio avalie o pedido para que a pena seja cumprida em Goiânia. Na argumentação, o advogado Cléber Lopes pontuou que a família dele mora na cidade e que ele já estava em prisão domiciliar por condenações anteriores.

No tempo em que ficou na DIH, Cachoeira ficou sozinho na cela e não recebeu visitas. A Polícia Civil informou que não foi necessário reforçar a segurança do prédio e disse que não houve impacto nos custos, já que o “gasto” era apenas com alimentação e água.

Fraudes na Loteria

Em 2012, Cachoeira e Waldomiro Diniz, ex-assessor do Palácio do Planalto, foram condenados a 8 e a 12 anos de prisão, respectivamente, pela 29ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, por corrupção e fraude em uma licitação da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj).

Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio, Waldomiro Diniz pediu R$ 1,7 milhão ao empresário como propina - o dinheiro também teria sido usado para abastecer campanha eleitoral de políticos.

Em troca, acrescenta o MP do Rio, Cachoeira obteve a alteração de um edital de licitação para se favorecer.

Na mesma decisão em que pediu a prisão imediata de Cachoeira, o ministro Nefi Cordeiro rejeitou um outro pedido do Ministério Público, para execução da pena de Waldomiro, por entender que ainda há recurso pendente de análise na Justiça.

Prisões anteriores

Cachoeira já foi condenado por crimes como contrabando de caça-níqueis, peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha.

O bicheiro foi preso pela primeira vez em 29 de fevereiro de 2012, na Operação Monte Carlo. De acordo com a Polícia Federal, ele comandava um esquema de jogos de azar em Goiás e no Distrito Federal, com envolvimento de políticos.

Após nove meses, Cachoeira deixou o presídio da Papuda, em Brasília, beneficiado por um alvará de soltura expedido pela 5ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Na época, ele foi condenado na Operação Saint-Michel, um desdobramento da Monte Carlo, que apurou o envolvimento de agentes públicos e empresários em uma quadrilha que explorava o jogo ilegal e tráfico de influência também em Brasília.

Duas semanas depois, em 7 de dezembro, Cachoeira foi preso novamente após ser condenado a 39 anos de prisão por peculato, corrupção ativa, violação de sigilo e formação de quadrilha. Entretanto, conseguiu um habeas corpus e deixou a cadeia quatro dias depois.

Cachoeira voltou a ser preso no dia 30 de junho de 2016, no condomínio de luxo onde mora em Goiânia, pela Operação Saqueador, da Polícia Federal (PM) e do Ministério Público Federal (MPF). A ação apurava lavagem de dinheiro e desvio de verbas em obras públicas. A investigação apontou um esquema que desviou R$ 370 milhões de cofres públicos.

Conforme o MPF, na época, Cachoeira era responsável por criar empresas e contratos fictícios com a construtora Delta. O valor era sacado e usado para pagamento de propinas. Logo após a deflagração da operação, o MPF informou que pedia a condenação dos envolvidos por lavagem de dinheiro e associação criminosa, além de solicitar a reparação dos danos causados.

Após a prisão, ele foi levado para o Rio de Janeiro, onde ficou por pouco mais de um mês. No dia 17 de agosto, ele teve a prisão preventiva convertida em domiciliar e foi levado de volta para a capital goiana. O pedido de habeas corpus da defesa do contraventor já havia sido feito ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro, que javia negado a solicitação.




Fonte:https://g1.globo.com



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