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Legalize já, mas muito mais que só isso: o grito dos ativistas na Marcha da Maconha
Data Publicação:28/05/2018
A famosa banda brasileira de rap rock Planet Hemp cantou em seu álbum de estreia, em 1995, o trecho: “Legalize já, uma erva natural não pode te prejudicar”. Com esse mantra do disco Usuário, o grupo comandado por Marcelo D2 começou a estourar no país e trouxe, à luz do dia, o debate sobre o uso da Cannabis sativa, a maconha. De lá para cá, tivemos um presidente tucano, dois mandatos lulistas, o primeiro governo de uma mulher e o segundo impeachment desde a redemocratização. Em nenhum deles a legalização, a descriminalização e a regulamentação das drogas – e, por consequência, da maconha – avançou muito. Mesmo assim, o debate sobre o tema e o ativismo só cresce – e, parafraseando o mesmo Planet, anda fazendo a cabeça de muita gente.

Neste último final de semana, aconteceu na Avenida Paulista, em São Paulo, a 10ª edição da Marcha da Maconha. Com o tema “10 anos queimando tudo” – novamente parafraseando uma das músicas mais famosas do Planet Hemp –, mais de 100 mil pessoas saíram do MASP, segundo dados da organização, e caminharam até a Praça da Sé, no centro da cidade. Todos em um só coro pela legalização da maconha em diversos âmbitos: querem o fim do preconceito, direito de plantar, descriminalização do usuário e direito ao uso, seja ele recreativo ou medicinal. Ou seja, é um grito por uma mudança radical da visão da sociedade e das leis sobre a erva.


Fonte:Yahoo.com



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