CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SEXTA-FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2021
ULTIMA NOTÍCIA:
TSE torna privado processo que discute provas de invasão Hacker ao seus servidores !
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Jurídico
  Jurídico
 
TJGO - TJGO isenta médico de culpa em morte de paciente
Data Publicação:24/01/2013

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) reformou, parcialmente, sentença da 6ª Vara de Família, Sucessões e Cível de Goiânia, com o objetivo de isentar o médico José Monteiro Daher do Espírito Santo da responsabilidade pela morte de Rejane Lapolli Azevedo Ferreira.

No entanto, se mantém fixo o valor da indenização a ser pago pelo Centro de Diagnósticos por Imagem Portugal Ltda.

A paciente morreu envenenada por Carbonato de Bário, resultante da adulteração do medicamento Celobar, após se submeter à exames de Raio-X do esôfago, hiato, estômago e duodêno. Inconformado com a sentença, que condenou a clínica ao pagamento de indenização no valor de R$30 mil por danos morais, o Centro de Diagnósticos por Imagem Portugal Ltda (CDI) recorreu, com a alegação de que o teste de alergia não foi realizado pois o contraste radiológico à base de Sulfato de Bário (como deveria ser o Celobar) não apresentam toxidade ou riscos para a saúde humana, uma vez que a substância não é metabolizada pelo organismo.

Ressaltou também que o medicamento foi adquirido regularmente e descarta qualquer anomalia na prestação do serviço, estando o fato ligado a adulteração do produto. Entretanto, o relator do caso, juiz Maurício Porfírio Rosa, julgou improcedente a alegação do CDI, com base no Código de Defesa do Consumidor, uma vez que é prestadora de serviços e fornecedora de produtos, o que a torna responsável pelos vícios de qualidade inerentes ao medicamento e sua utilização, respondendo objetivamente ao consumidor e solidariamente com o laboratório fabricante. (Texto: Lorraine Vilela - estagiária do Centro de Comunicação Social do TJGO).




Fonte:Tjgo



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- TSE arquiva ação contra chapa Bolsonaro/Mourão por suposto abuso do poder econômico
- Peteco, STF revoga decisão de Fux e libera entrevistas com ex-presidente Lula
- Supremo sinaliza maior correção para precatórios
- Auditor que investigou Gilmar Mendes enviou dossiês a supervisor da Lava Jato
- Moro promete projeto contra corrupção em fevereiro com regra de prisão após condenação em 2ª instância
- Justiça Federal marca para junho depoimento de Lula em caso de caças suecos
- Justiça manda liberar Joesley Batista
- Brasileiros estão cansados e querem poder voltar a confiar em instituições, diz Cármen Lúcia
- Fachin nega pedido de habeas corpus de Lula e envia caso ao plenário do STF
- STF homologa acordo sobre planos econômicos Color I e II
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Goias Real - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2020.