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Saiba mais sobre o Hormônio Bioidêntico
Data Publicação:09/11/2012

Evidências de sua eficácia terapêutica e superioridade clínica

Estudos científicos divulgados nas últimas duas décadas comprovam a eficácia e segurança da modulação hormonal bioidêntica, além da superioridade clínica do tratamento, quando comparado à reposição hormonal com o uso de hormônios sintéticos convencionais. E quem é da área médica sabe que esses estudos estão à disposição, bastando acessar a base corrente de dados. Ainda assim, a prática da modulação hormonal bioidêntica tem enfrentado ferrenhos opositores. Para o médico e diretor cientifico do Grupo Longevidade Saudável, Ítalo Rachid (Cremesp 114612), parte dessa oposição é reflexo da “resistência ao desconhecido”. Ele critica o fato de o médico passar a maior parte de seu tempo estudando doenças e aprender pouco sobre a fisiologia. “A fisiologia é vista em um, no máximo, em dois semestres, e no início do curso, quando o aluno ainda não está preparado para absorver tantas informações. A fisiologia hormonal é praticamente ignorada e, por sua relevância, deveria ser estudada durante todo o curso e na residência médica”, afirma.
O Dr. Rachid explica que o termo bioidêntico refere-se a uma substância cuja estrutura molecular é exatamente idêntica à dos equivalentes produzidos pelo nosso próprio organismo e rebate a informação de o hormônio bioidêntico ser igual ao hormônio usado na terapia de reposição, proposta pela medicina convencional. “As informações técnico-científicas estão baseadas em evidências, devidamente fundamentadas e referenciadas cientificamente”, diz o médico e cita como exemplo o estudo publicado, em 2005, no International Journal of Cancer, envolvendo 54 mil mulheres. A autora da pesquisa, a médica e pesquisadora Agnès Fournier, do Institut Gustave Roussy, da França, e sua equipe acompanharam o grupo de mulheres que recebiam estrogênio bioidêntico e uma versão sintética do hormônio, a progestina.  A pesquisa mostrou a existência de aumento de risco de câncer de mama de 40% entre as mulheres que estavam tomando o hormônio sintético convencional, enquanto foi percebida redução de 10% de risco da neoplasia entre as mulheres que estavam recebendo o hormônio bioidêntico.
Dois anos depois, em 2007, um seguimento desse estudo, envolvendo mais de 80 mil mulheres, foi publicado na Breast Cancer Research and Treatment, revista científica focada no tratamento e na pesquisa de câncer de mama. Mais uma vez, ficou constatado que mulheres que estavam recebendo  estrogênio  e progesterona bioidênticos não apresentavam aumento do risco de cancro da mama, enquanto as que receberam hormônio sintético convencional apresentaram um aumento do risco de câncer de mama de 69%. Novas extensões desse estudo têm sido realizadas e estão chegando à mesma conclusão. Algumas pesquisas sugerem, inclusive, que a longo prazo, o hormônio bioidêntico pode ser uma proteção contra o câncer. A medicina avança rapidamente e o Dr. Rachid explica que o médico deve estar bem informado sobre todos os aspectos da fisiologia hormonal e atualizações científicas, para que possa realmente oferecer ao paciente a terapia clínica mais recomendada.
Já pesquisa publicada no 2002 Women’s Health Initiative(WHI) – Iniciativa de Saúde da Mulher, em tradução livre – revelou os riscos associados à abordagem adotada pela terapia de reposição hormonal por não permitir o atendimento à necessidade específica de cada mulher no que se refere aos hormônios femininos, o que os médicos americanos chamam de one-size-fits-all. Os autores do estudo chegaram à conclusão de que não faz sentido que todas as mulheres precisem do mesmo tratamento, quando se trata de algo tão delicado e pessoal, como hormônios. E defenderam a modulação hormonal, bioidêntica, que personaliza as doses de acordo com as necessidades individuais do paciente. O WHI foi criado nos Estados Unidos, por meio do National Institute Health (NIH), em 1991, com objetivo de conceber e financiar pesquisa e estudos randomizados controlados sobre doenças que atingem as mulheres, como câncer, osteoporose e males coronarianos.
“Além da questão da reposição hormonal, é preciso ver como está a ação do hormônio dentro do núcleo das células do paciente. Não podemos nos esquecer que os hormônios agem como mensageiros enviados pelas glândulas para controlar as funções celulares, para que se mantenham vivas e se comuniquem adequadamente entre si. É preciso saber como estão funcionando os receptores. Caso contrário, não adianta o paciente receber o hormônio, porque ele não vai chegar dentro da célula e fazer seu papel”, afirma Rachid.
Entre tantos estudos que compõem a base científica que comprova que os hormônios bioidênticos são efetivamente melhores para atender as necessidades do organismo, quatro comprovaram – e todos foram publicados em veículos técnico-científicos de alta relevância - que faziam uso da modulação hormonal bioidêntica apresentavam, em muito menor quantidade, alguns dos sintomas relacionados à menopausa e pós-menopausa. No caso da depressão, por exemplo, 60% tinham menos o sintoma, em comparação às mulheres que usavam hormônios sintéticos. No caso da ansiedade, o percentual foi o mesmo. Já no caso de sangramentos ocasionais, apenas 40% apresentavam o sintoma, contra 60% entre mulheres que faziam reposição hormonal convencional. A melhora cognitiva foi percebida em 40% das mulheres que faziam a terapia com hormônios bioidênticos. 
Estudos importantes mostram também que, durante o período de produção abundante de hormônios estrógeno e progesterona no organismo da mulher, a incidência de câncer de mama é inferior a 1%. Somente a partir dos 50 anos, o risco alcança o percentual de 1%. No fim da primeira década pós-menopausa, portanto aos 60 anos, a incidência aumenta para 2% o que representa um aumento de 100%. Por volta dos 70 anos, a incidência aumenta 200% se comparada àquela dos 50 anos e atinge 3%. Na terceira década, ao alcançar 80 anos, o risco terá aumentado para 4% e aos 90 anos terá atingido 5%. Esse é o chamado “lifetime risk”. Pode-se, portanto, dizer que é na segunda fase da vida da mulher, quando os hormônios deixam de ser gerados nos ovários e surge um período de carência hormonal, que o câncer se apresenta.   
A reposição dos hormônios vai depender não só do grau de deficiência percebido no exame laboratorial, como também da resposta clínica da paciente. “O tratamento deve ser ajustado de acordo com a avaliação clínica que fazemos do paciente, que deve ser analisado em todos os seus aspectos. A questão da reposição hormonal não pode ser avaliada apenas pelo exame laboratorial, pois é preciso olhar para a ação do hormônio dentro do núcleo da célula, já que se a produção de hormônio cai, a atividade do receptor também cai. É preciso acompanhar a taxa metabólica”, lembra Rachid.
Direito de escolha do paciente
O médico lembra que o objetivo da medicina deveria ser trabalhar na prevenção, apostando na fisiologia, e que a definição de saúde pela Organização Mundial da saúde (OMS) é extremamente abrangente: Saúde não é apenas ausência de doenças, mas também o completo bem-estar físico e mental.
“É importante que as pessoas estejam informadas para decidirem se querem ou não fazer reposição hormonal e que tenham respeitado seu direito de escolha também à modulação hormonal bioidêntica. Isso é um processo ético e responsável: informar à paciente, para que ela faça conscientemente sua escolha”, afirma o médico.
“O paciente deve buscar informações de qualidade e profissionais atualizados, para fazer a opção”, diz o médico, ressaltando que, até a presente data, não foi apresentado um único estudo ou paciente que tenha desenvolvido câncer por usar hormônios bioidênticos. Para ele, como mostram diversos estudos já feitos, a falta de hormônios ou a reposição com hormônios sintéticos convencionais é que podem causar o risco de câncer. O Dr. Rachid antecipa que existe uma pesquisa sendo feita no Brasil, envolvendo pacientes que fazem terapia hormonal bioidêntica, que já mostra evolução clínica positiva desses pacientes, sem ligação alguma entre o uso da terapia e qualquer tipo de cancro ou outra comorbidade. 





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