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Aumento do número de casos de Coqueluche exige reflexão para mudança no processo de vacinação
Data Publicação:20/07/2013

Antecipação da vacina para o primeiro mês do bebê e imunização da gestante são medidas em estudo que podem contribuir para redução da mortalidade infantil em casos de Coqueluche

 

O crescimento do número de casos da doença provoca uma reflexão sobre medidas que podem contribuir para aumentar a eficácia da imunização contra a Coqueluche. O assunto foi trazido pela médica pediatra do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, Yu Ching Lian, que ministrou aula sobre o assunto durante o Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria, realizado entre 12 e 15 de junho, em Porto Alegre. 

- Estamos avaliando a durabilidade da vacina que estão sendo amplamente utilizadas. Já se sabe que a vacina acelular possui menor durabilidade e menor eficácia em, relação à vacina de célula inteira. Outro fator ainda é a falta de vacinação em adolescentes e adultos jovens. Atualmente o adulto jovem não tem essa rotina de vacinação e esse intervalo de 10 anos precisa ser reavaliado porque há um processo de mutação da bactéria - explica Lian. 

A vacinação hoje contra a Coquluche é feita aos 2, 4 e 6 meses, em três doses. Com 15 meses é feito novo reforço e outro aos 4 ou 5 anos de idade. A proposição seria antecipar a imunização fazendo as três primeiras doses com 1, 2 e 4 meses. Além disso incluiria a vacinação na gestante. 

- Em levantamentos estatísticos observa-se que a população menor de 6 meses é de alto risco porque apresentam casos mais graves. Para proteger essa população a antecipação de vacina é uma estratégia importante. Mesmo as 3 doses não são totalmente protetoras. A outra hipótese em estudo é aplicar para gestante em cada gestação, independente do intervalo entre uma gravidez e outra. O ideal é no terceiro trimestre, um pouco antes das 36 semanas de gestação. Com isso, quando a criança nasceria a mãe já estaria com elevado índice de proteção - completou Lian.

A coqueluche é transmitida pela saliva, através da tosse, e deve ser tratada com acompanhamento médico. A criança com Coqueluche exige isolamento de pelo menos sete dias, em razão da fácil disseminação. O coeficiente de casos confirmados no Rio Grande do Sul para cada 100 mil habitantes que, em 2011, era de 1,49 aumentou em 2012 para 3,5.




Fonte:playpress



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