| |
| Governo e Petrobrás demonstram falta de política energética para o País |
| Data Publicação:26/06/2012 |
Na semana passada, as ações da Petrobrás reagiram bem às notícias de que aumentariam os preços dos combustíveis, o que projetou condições de mais receita e melhores lucros para a estatal.
. Os preços da gasolina e do diesel aumentaram 7,83% a partir desta segunda-feira, mas a idéia do governo foi evitar a transferência para o consumidor, já que eliminou a cobrança da Cide.
. Acontece que nesta segunda-feira a Petrobrás anunciou detalhes do seu Plano de Negócios 2012-2016, no qual relata que decidiu reduzir a meta de crescimento da produção de petróleo, que agora são de 2,5 milhões de barris diários em 2016 e 4,2 milhões em 2020. No ano passado, a estatal chegou a anunciar produções de 3,97 milhões de barris por dia em 2015 e 4,9 milhões em 2020.
. “São metas mais realistas”, anunciou a estatal de petróleo.
. O novo Plano de Negócios prevê investimentos de US$ 236,5 bilghões para o período 2012-2016.
. É claro que o mercado reagiu mal. As ações da Petrobrás despencaram na manhã de segunda-feira, invertendo o rumo da semana passada. Por volta das 11h, as ações preferenciais já tinham recuado 5,73%.
. O leitor desta página, Maurício Pinheiro, analisou da seguinte forma estes anúncios feitos nas últimas horas pelo governo e pela Petrobrás:
- O governo não tem política nenhuma de combustíveis e nem definição da matriz energética do País. Vivemos de improvisações.
Fonte:Polibio Braga
|
|