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Centro cultural no Rio homenageia memória da música popular brasileira
Data Publicação:27/01/2013
Inaugurado em junho do ano passado com a proposta de se tornar um polo de referência em cultura e entretenimento na zona norte do Rio, o Imperator – Centro Cultural João Nogueira, no bairro do Méier, fará de sua sala de exposições, ao longo de 2013, um espaço dedicado à memória da música popular brasileira (MPB). A cada três meses, a série Permanências, com curadoria de Marcio Debellian e Miguel Jost, vai homenagear um grande artista da MPB ou de outro gênero musical com uma exposição acompanhada, em sua abertura, de um show inédito no teatro do espaço cultural.

Até abril, a homenageada é a cantora e compositora Marina Lima, com a mostra Maneira de Ser, título do primeiro livro escrito pela artista, lançado em novembro do ano passado. Além de fotos, fazem parte da exposição discos de ouro, a guitarra da artista, toda a discografia comentada e disponível para áudio e um DVD inédito, do espetáculo Primórdios, que inaugurou em 2005 o Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

O show que abriu a mostra, no último dia 16, marcou a volta de Marina ao palco do Imperator, onde em 1991 ela lançou o álbum Marina Lima. Para a produtora cultural Aniela Jordan, a série Permanências permite ao público conhecer de forma completa a trajetória do artista.

“É uma oportunidade imperdível de ver o músico em cena e, ao mesmo tempo, entrar em contato com sua história de vida, muitas vezes menos conhecida”, afirma Aniela, responsável pela programação do centro cultural, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura. Os homenageados nas outras três exposições do projeto ainda não foram definidos.

Aberto em 1954, o Imperator era, com os seus 2.400 lugares, o maior cinema da América Latina. Com o surgimento das salas em shoppings, entrou em decadência e fechou as portas em 1986. Cinco anos mais tarde, em 1991, reabriu como uma casa de shows, atividade que durou até 1994.

A prefeitura do Rio investiu R$ 28 milhões na revitalização do espaço, que estava fechado há 16 anos. O centro cultural leva o nome do cantor e compositor João Nogueira (1941-2000), um dos grandes nomes do samba carioca, nascido e criado no Méier. Além do teatro e do espaço para exposições, conta com três salas de cinema, bar, cafeteria e terraço com ampla área de lazer.


Fonte:ag Brasil



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