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A conversa, que partiu de Kerry, tinha como objetivo apaziguar os
ânimos e pedir “máxima moderação” ao lidar com a crise ucraniana e, em
especial, com a situação na Crimeia e a possibilidade da sua
incorporação da Federação da Rússia. Ao mesmo tempo Kerry alertou que
essa anexação implica o corte diplomático entre a Rússia e os Estados
Unidos da América.
“Ele [John Kerry] deixou claro que se as provocações militares
continuarem na Crimeia ou em outros lugares da Ucrânia, juntamente com
medidas para anexar a região á Rússia, isso poderia fechar qualquer
espaço para diplomacia”, falou um representante do Departamento de
Estado dos EUA.
Por agora, e ao longo da última semana, John Kerry e Sergei Lavrov têm
conversado para atingir uma solução diplomática para a crise na Crimeia e
na Ucrânia. O chanceler russo afirmou, na quinta-feira, que nada foi
decidido ainda. “Por ora, não podemos dizer à comunidade internacional
que temos acordo”, contou Lavrov.
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