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Caso da prisão do neozelandês pedófilo teve negociação direta entre Dilma e delegados federais: Ministério da Justiça foi rifado, posto a escanteio
Data Publicação:18/11/2014

Vou te relatar os bastidores de uma insatisfação armagedônica que corre, desde a última semana, no Ministério da Justiça. Primeiro, a notícia do caso. Depois, os bastidores do que ninguém ainda sabe…

A notícia

Policiais federais lotados na Interpol prenderam, na manhã da quarta-feira passada, às 11h, o neozelandês Phillip John Smith, de 40 anos. Ele é acusado acusado de cinco assassinatos, pedofilia e ameaça a vítimas. Phillip teve a prisão perpétua decretada na Nova Zelândia e fugiu para o Brasil. Pousou em São Paulo, veio de carro para o Rio de Janeiro, onde estava hospedado, desde o dia 8 de novembro, em um hostel em Santa Teresa.

A Interpol recebeu informações da localização do neozelandês.  Com ele havia cerca de R$ 400, dois cartões de crédito, maquiagem feminina e duas perucas para disfarce.

O neozelandês escapou da prisão numa licença obtida para visitar parentes. Mas, de dentro da cadeia, já forjara nova certidão de nascimento e mudou seu nome para Phillip John Praynor, um sobrenome utilizado por parte da família dele.

Agora um trechinho que tirei da mídia impressa:

“Levado para o Presídio Ary Franco, em Água Santa, Zona Norte, ele vai aguardar o pedido de extradição enviado pelo governo da Nova Zelândia ao governo do Brasil. A decisão pela extradição cabe ao Supremo Tribula Federal brasileiro”.

O bastidor 

Agora a versão de uma velha fonte, uma funcionária do Ministério da Justiça: 

“Um pedófilo e assassino, chamado John Phillip  estava foragido da Nova Zelândia e foi preso por Agentes Federais. A prisão teve imediata repercussão internacional. Ele deveria ser deportado sumariamente, como permite a legislação, mas estranhamente  a Cúpula da Polícia Federal decidiu, com a certeza que podem deixá-lo aqui, fazer, assinado por um delegado, o pedido de prisão para extradição direto para o STF, para marcar posição de poder….

Foi veiculado pela Band que a Nova Zelândia não tem acordo de extradição com o Brasil e os crimes dele são punidos com prisão perpétua. Mesmo assim, a cúpula da PF decidiu não deportá-lo da forma normal, ou seja, sumariamente….

Sem acordo de extradição e sem condenação no Brasil, o pedófilo e assassino pode ficar solto por aqui.

Explico: os delegados ficaram mal com Dilma depois da divulgação daquelas mensagens contra ela e Lula nas redes, feitas pelos delegados que participaram da Lava Jato…

O primeiro Ministro da Nova Zelândia chegou a ligar para a Presidente para agradecer e parabenizar. Depois, a Dilma ligou para o Diretor Geral da PF para comunicar isso e também elogiar o trabalho dos agentes federais.

Mas a cúpula viu nesse evento uma chance de fazer as pazes entre delegados federais e a Presidente Dilma. Então, fizeram pedido direto ao Supremo. E novamente o Ministério da Justiça ficou vendido…assistindo. Há aqui uma insatisfação geral com esse episódio”





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