A Dívida Pública Federal – empréstimos
tomados pelo Tesouro Nacional para cobrir déficit orçamentário do
governo federal – teve elevação de 4,79% de fevereiro para março e
passou de R$ 2,329 trilhões para R$ 2,441 trilhões. Os dados foram
divulgados hoje (27) pelo Tesouro Nacional. O endividamento do Tesouro
pode ocorrer por meio da emissão de títulos públicos ou pela assinatura
de contratos.
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) cresceu 4,66% e
passou de R$ 2,213 trilhões para R$ 2,316 trilhões. DPMFi é a dívida
pública federal em circulação no mercado nacional. Ela é paga em reais e
captada por meio da emissão de títulos públicos.
O principal motivo do crescimento da DPMFi foi a emissão líquida
feita pelo Tesouro Nacional no valor de R$ 73,63 bilhões. Essa emissão
foi atingida também pela apropriação positiva de juros, no valor de R$
29,50 bilhões, informou o Tesouro Nacional.
A Dívida Pública Federal Externa (DPFe) registrou, em março, elevação
de 7,27% em comparação ao resultado do mês anterior: atingiu R$ 124,72
bilhões, equivalentes a US$ 39,25 bilhões, dos quais R$ 113,24 bilhões
(US$ 35,67 bilhões) são referentes à dívida mobiliária (títulos) e R$
11,48 bilhões (US$ 3,58 bilhões), à dívida contratual.