CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SÁBADO, 25 DE ABRIL DE 2026
ULTIMA NOTÍCIA:
Alexandre de Moraes abussa da sorte e manda investigar Michele, esposa de Bolsonaro
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Mundo
  Mundo
 
Oposição é maioria na eleição parlamentar na Venezuela
Data Publicação:07/12/2015
A oposição conquistou a maioria da Assembleia Nacional da Venezuela na eleição parlamentar deste domingo (6), numa vitória arrasadora que reequilibra forças num país onde o governo chavista exerce poder hegemônico há 16 anos. O resultado foi anunciado à 0h30 (3h no horário de Brasília) pela presidente do órgão eleitoral (CNE), Tibisay Lucena. Com 96% dos votos apurados, ela afirmou que os candidatos opositores, agrupados na coalizão MUD (Mesa da Unidade Democrática), obtiveram ao menos 99 das 167 cadeiras do Parlamento unicameral -72 por voto nominal e 27 por lista. O PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) obteve 46 deputados. "Aceitamos os resultados (...) Jogamos limpo, perdemos a batalha, foi uma bofetada para despertar para o que vem", disse o presidente Nicolás Maduro em pronunciamento, deixando claro que não cumpriria a ameaça de resistir com violência a eventual derrota. Enquanto Maduro falava, venezuelanos opositores soltavam rojões, gritavam de alegria e saíam às ruas em buzinaço. Dezenove assentos ainda estão por definir. Se ao menos dois forem para a oposição, o antichavismo passará a ter maioria qualificada de três quintos, que permite destituir vice-presidente e ministros e sancionar leis habilitantes. Se a oposição superar 110 assentos, poderá aprovar e alterar leis orgânicas, destituir juízes do supremo, designar reitores do órgão eleitoral e aprovar reforma constitucional A maioria simples já é suficiente para eleger o presidente da Assembleia, avaliar decretos de estado de exceção e convocar referendos. A participação foi de 74,25%, um número que superou com folga as projeções. REJEIÇÃO O resultado deste domingo é amplamente visto como rejeição em massa a um governo que, apesar de inegáveis conquistas sociais sob a Presidência de Hugo Chávez (1999-2013), é responsabilizado pela degradação abrupta das condições de vida. A Venezuela sofre recessão, desabastecimento generalizado e índices de violência dignos de país em guerra. O processo de degradação, que tomou forma com Chávez, acirrou-se com a degringolada dos preços petroleiros a partir de 2014. A oposição era dada como favorita, mas as últimas pesquisas indicavam fortalecimento da intenção de voto chavista, aparente reflexo do esforço redobrado de um Estado que controla todas as instituições e burla abertamente os limites legais. A campanha foi marcada por uma série de manobras do governo para manter a todo custo o controle de um Parlamento que sempre simbolizou vontade popular na mitologia chavista. O governo inabilitou vários candidatos opositores, alterou o mapa das circunscrições para inflar a representatividade chavista e barrou ofertas para uma observação internacional eficaz. Foi nas últimas semanas que Maduro repetiu que estava disposto a resistir com violência a eventual derrota governista. A escalada foi repreendida até por vários países, inclusive o Brasil, que já foi acusado de leniência com abusos chavistas. Irregularidades permaneceram até este domingo, quando a TV estatal passou o dia fazendo campanha em favor dos candidatos chavistas, numa violação da lei que proíbe propaganda após o término da campanha -encerrada na última quinta-feira. Opositores praticamente não tiveram acesso à TV estatal, numa repetição da campanha, quando foi monopolizada pela propaganda governista. Os abusos foram criticados por seis ex-presidentes latino-americanos que visitavam a Venezuela para acompanhar a eleição a convite da MUD, entres eles o colombiano Andrés Pastrana. Em represália, o governo os acusou de violar as normais eleitorais e retirou as credenciais que lhes permitiam circular. COMPARECIMENTO A participação popular foi mais intensa em zonas populares, redutos tradicionais do chavismo. Era palpável, porém, a irritação das camadas mais pobres com um governo para o qual costumavam votar quase sistematicamente. "Que país é este onde preciso passar horas numa fila para conseguir fraldas para os meus filhos e onde as pessoas se odeiam tanto? Não tenho medo nenhum de dizer o que penso deste governo", disse a servidora Carmen Gonzalez, 35, na manhã de domingo.


Fonte:folha press



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Joe Biden toma posse como presidente dos EUA em evento virtual
- Trump conta com apoio do Congresso para Presidência dos Estados Unidos
- Trump anula sanções contra Pyongyang por apreço a Kim Jong Un
- Guaidó chega a Bogotá para aumentar pressão contra Maduro na Venezuela
- Observadores da ONU para cessar-fogo no Iêmen chegam a Hodeida em meio a novos confrontos
- Itamaraty não recebeu notícias de brasileiros vítimas de tsunami
- Trump rejeita acordo para evitar paralisação do governo
- Devedor pode ter passaporte e CNH bloqueados até quitar os débitos; entenda
- Goodyear fecha fábrica na Venezuela e paga funcionários com pneus
- Graças à sonda InSight, a humanidade agora pode ouvir os ventos de Marte
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Goias Real - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2020.