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Sociedade de Pediatria do RS alerta para importância da vacinação das crianças
Data Publicação:07/05/2012

Entidade chama atenção para mitos que precisam ainda serem vencidos sobre a vacinação

 


O início da campanha de vacinação contra a gripe em todo o país, traz uma série de dúvidas especialmente para os pais e mães que precisam imunizar crianças na faixa etária dos 6 meses aos 2 anos de idade.

- A primeira confusão que as pessoas fazem é pensarem que a vacina pode causar alguma doença. Trata-se de uma vacina inativada e por isso não tem capacidade de causar uma gripe. A imunização pode trazer algum tipo de evento adverso como qualquer outra vacina, mas não ocasionar uma doença respiratória gripal - alerta o médico e membro dos comitês de Infectologia e de Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Juarez Cunha. 

A escolha dos chamados grupos de risco, pelo Ministério da Saúde, leva em conta o perfil de pessoas mais afetadas em situações de pandemia, como a registrada mais recentemente no ano de 2009. O especialista lembra que, na rede pública, a vacina é também indicada para crianças com as chamadas doenças de base que podem piorar se ela ficar gripada ou que possam pré dispor a quadros gripais. 

Ainda que não seja obrigatória a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul recomenda que a vacina seja feita em crianças com até cinco anos. A academia americana de pediatria não coloca nenhuma indicação de faixa etária podendo ser feita em crianças e adolescentes. 

Em todo o país, 65 mil postos de vacinação estarão abertos, a partir de sábado (05/5), das 8 horas às 17 horas. Devem procurar a vacina idosos a partir de 60 anos, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e povos indígenas. 

O Ministério da Saúde adquiriu 33,9 milhões de doses da vacina contra a gripe em todo Brasil Para atender a população, cerca de 240 mil profissionais do SUS devem estar envolvidos na campanha de vacinação, entre agentes comunitários, enfermeiros, médicos e outros. O lema da campanha desse ano é "proteger é cuidar" e a meta é vacinar 80% do público-alvo (30,1 milhões), o que representa 24,1 milhões de pessoas. A ideia é reduzir a mortalidade, evitar complicações e internações provocadas por infecções pelo vírus da gripe.

Quando não vacinar? 

O médico e membro dos comitês de Infectologia e de Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Juarez Cunha, explica que se a pessoa não pode comer ovo por alergia é preciso cuidado.

- Nesse caso será preciso avaliar a relação risco/benefício de se fazer a vacina. Na época da pandemia, o risco da doença era maior do que o risco de alergia então se vacinava mesmo assim. Agora a situação já não é mais a mesma - alerta o médico Juarez Cunha. 

O outro fator de risco é um quadro agudo de alguma doença, independente da idade. Nesse caso pode ser uma febre intensa e que ainda não é possível diagnosticar se haverá uma evolução para gripe, amigdalite ou gastroenterite, por exemplo. Apesar da doença não interferir na resposta da vacina, pode trazer eventos adversos e o médico não vai saber se é uma reação vacinal ou consequência desse quadro médico anterior. 

Redação: Marcelo Matusiak
Coordenação: Marcelo Matusiak

Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul foi fundada em 25 de junho de 1936 com o nome de Sociedade de Pediatria e Puericultura do Rio Grande do Sul pelo Prof. Raul Moreira e um grupo de médicos precursores da formação pediátrica no Estado. A entidade cresceu e se desenvolveu com o espírito de seus idealizadores, que, preocupados com os avanços da área médica e da própria especialidade, uniram esforços na construção de uma entidade que congregasse os colegas que a cada ano se multiplicavam no atendimento específico da população infantil. Atualmente conta com cerca de 1.750 sócios, e se constitui em orgulho para a classe médica brasileira e, em especial, para a família pediátrica.





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