CINEMA MUNDO ECONOMIA CULTURA ESPORTES EDUCAÇÃO CONCURSOS CIÊNCIAS & SAÚDE
SEXTA-FEIRA, 18 DE JUNHO DE 2021
ULTIMA NOTÍCIA:
Um Brasil forte:Pazuello é nomeado para secretaria ligada ao gabinete presidencial
BUSCAR
   
  Notícias
Acontecendo
Africa
América do Sul
Automóveis & Motocicletas
Beleza
Brasil
Brasilia
Ciência & Saúde
Cinema & Teatro
Concursos & Emprego
Conteúdo
Cultura
Diversidade
Ecologia
Economia
Editorial
Educação
Entretenimento
Esportes
Gastronomia
Gente
Goiânia e Centro-Oeste
Goiás
Impecheament
Jurídico
Meio Ambiente
Moda
Mulher
Mundo
Música e Ritmos
Noite Rio
Planeta Criança
Policia
Politica
Poluição
Porto Alegre
Religião
Rio de Janeiro
RioPress
São Paulo
Saúde
Tecnologia
Tocantins
Turismo
União
Página Inicial / Notícias / Saúde
  Saúde
 
Ivermecitina e sim eficaz como tratamento precoce
Data Publicação:01/06/2021
Vitamed Indústria Brasileira, responsável pela produção do fármaco no Brasil, rebateu o laboratório alemão Merck. A empresa europeia sustenta a tese de que a ivermectina não tem efeito no tratamento do coronavírus.

“A Merck não é produtora da Ivermectina para humanos no Brasil. Desconhecemos qualquer estudo pré-clínico que essa empresa tenha realizado para sustentar suas afirmações quanto a ação terapêutica no contexto da COVID-19. A nota da Merck coincide com os testes que ora promove para desenvolver outro medicamento, o Molnupiravir (MK 4482) contra a COVID-19 e cujos dados foram atualizados no seu site no dia de hoje (05-02-2021)”, disse em nota o diretor superintendente da Vitamed, Jailton Bezerra.

Ele justificou que o medicamento é de baixo custo e possui “baixo impacto em termos de efeitos adversos e largamente prescrita pela comunidade médica”.

“Após a eclosão da pandemia da COVID-19, várias evidências médicas e estudos realizados ao redor do mundo, indicaram o medicamento como antiviral e incluído em protocolos médicos de instituições públicas e privadas como um adjuvante no tratamento da doença, especialmente nas fases iniciais. Isso ocorreu a partir de março de 2020 quando, pioneiramente, a University Monash, de Melbourne, na Austrália, apontou o benefício da droga como redutora da replicação viral”, complementa.

Ressaltou ainda que foram realizados testes na Inglaterra, Estados Unidos, Egito, Argentina, Eslováquia, Egito, Peru, México, além de outros países. Os resultados “apontaram o produto como antiviral, obtendo a adesão de médicos e autoridades de saúde em inúmeros países”.

Por fim, Batista disparou: “Foram as orientações de médicos no Brasil e no restante do mundo que impulsionaram o uso responsável do produto. Tratar os pacientes numa situação emergencial e de elevada gravidade, é uma prerrogativa do médico e, mais do que isso, uma questão de humanidade”.


Fonte:Sanddro LIb



Nome:
E-Mail:
+ Notícia(s)
- Jornada de Radiologia confirma grandes nomes da medicina mundial
- Anvisa abre consulta pública para acelerar entrada de genéricos no mercado
- Pprimeiro formulário para padronizar fórmulas de medicamentos é lançado pelo Brasil
- A andropausa atinge 25% da população masculina acima dos 50 anos
- Prazo para atendimento de usuários de plano de saúde começa a valer amanhã
- SUS oferece tratamento preventivo em casa para crianças hemofílicas
- Brasil vai reforçar vacinação contra sarampo e rubéola para Copa do Mundo
- Valendo a proibição de venda de emgrecedores
- Anvisa divulga novas diretrizes para rastrear remédios
- Cubanos registram a primeira vacina anticâncer de pulmão avançado
Paginação:
     
MAIS PROCURADOS
Empresa
Reclamações
Regras de publicação


 
PRODUTOS
Publicidade
Artigos Acadêmicos
 
INTERAÇÃO
Contato / Reclamações / Sugestões
 
 
Goias Real - Todos os Direitos Reservados de 2004 a 2020.