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  Rio de Janeiro
 
Defesa Civil conclui, no Rio, exercícios de desocupação de áreas de risco
Data Publicação:27/11/2011
Rio de Janeiro – A Defesa Civil do município do Rio de Janeiro concluiu hoje (27) a primeira fase de exercícios simulados de desocupação de áreas de risco que contam com o sistema de alarme e alerta para chuvas fortes na cidade. Neste domingo, moradores de 1.600 residências de dez comunidades localizadas nas zonas sul e norte da cidade ouviram as sirenes de alerta e receberam orientações de voluntários e técnicos da Defesa Civil sobre como acessar os pontos seguros em caso de temporais.

Ao todo, 66 comunidades já foram treinadas. O subsecretário de Defesa Civil do Rio, Márcio Motta, informou que o mapeamento feito pelo Instituto de Geotécnica do município, a Geo-Rio, identificou 117 comunidades instaladas em áreas de alto risco de deslizamentos e que a escolha das 66 primeiras para receberem o sistema de alerta levou em conta o fato de concentrarem o maior número de moradores.

“Com o exercício deste domingo atingimos mais de 80% das 18 mil famílias que moram em áreas sujeitas a deslizamentos e a receptividade dos moradores foi satisfatória, embora muitos deles digam que preferem a construção de muros de contenção ou que a prefeitura lhe dê uma casa em outro local”, disse.

Márcio Motta destacou que a instalação do sistema de alarme e alerta em comunidades é uma medida emergencial para “preservar vidas” e que paralelamente a esse trabalho, a prefeitura vem fazendo obras de contenção em encostas para evitar deslizamentos e também fazendo o reassentamento de famílias em imóveis em locais seguros.

“Não é com um estalar de dedos que se constroem casas e muros de contenção, mas este [instalação do sistema de alarme e alerta] é o caminho mais curto para alcançarmos o objetivo de garantir a integridade da população que vive em áreas de risco”, acrescentou o subsecretário.

Segundo Motta, a prefeitura já concluiu o processo de licitação para instalar o sistema de alerta e alarme para chuvas fortes nas 51 comunidades restantes e o trabalho deve ser retomado nos próximos meses.


Fonte:Ag Brasil



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