A Doença Arterial Coronariana é responsável pelo entupimento de
vasos sanguíneos que levam sangue e oxigênio ao coração. Por esse
motivo, o dispositivo intra-coronariano, ou stent, é fundamental para a
prevenção do infarto do miocárdio, redução da mortalidade e dos
sintomas. Aproximadamente 300 mil pessoas sofrem infarto do miocárdio
por ano no Brasil e destas 84 mil pessoas morrem.
No novo método, as pequenas estruturas, que funcionam como molas para
manter a artéria desobstruída, são revestidas com medicamentos que
reduzem a chance de estreitamento da artéria. Essas medicações são
liberadas nos primeiros 12 meses de implante, com o intuito de diminuir a
chance de o vaso fechar novamente. Existem, ainda, os stents
convencionais, que apresentam apenas a estrutura metálica - sem
medicações. Estima-se que cerca de 30% dos pacientes candidatos a
receber um stent tem indicação para receber o farmacológico.
O relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias no SUS (CONITEC) sobre essa tecnologia estará disponível no site do Ministério da Saúde.
A equipe tem por objetivo assessorar o ministério nas atribuições
relativas à incorporação, exclusão ou alteração pelo SUS de tecnologias
em saúde.